A dependência química é um dos maiores fatores para a destruição da vida de uma pessoa e, consequentemente, de sua família e de seus relacionamentos. Por essa razão, muitas pessoas têm o desejo de aprender mais sobre o que leva alguém a escolher esse caminho.

O uso de substâncias químicas, seja lá quais forem, pode obviamente levar ao vício. O problema é que as pessoas não estão sempre conscientes das consequências que decorrem da adicção nem de quão grave é um estado de vício.

Se você é um familiar ou amigo de alguém que está com problemas e está interessado em entender melhor como funciona a dependência química, continue lendo este artigo. Caso seja você a pessoa sofrendo com o vício, essa leitura também é para você.dependência química feminina

O que é uma dependência química?

Dizer que uma mulher está em dependência química, significa afirmar que o consumo sucessivo de substâncias psicoativas (presentes no álcool, cocaína, maconha, crack ou ecstasy, por exemplo) a condicionaram a um estado físico e psicológico de dependência.

Nesse contexto, assim como é necessário tratar qualquer doença crônica, o estado de dependência precisa de tratamentos também.

No geral, as mulheres usam menos substâncias químicas do que os homens, mas acreditar que elas precisam de menos cuidado e prevenção é um erro.

Muitas vezes, é através dos próprios parceiros que elas têm acesso às drogas, e a tendência delas para desenvolver um quadro de dependência é bastante problemático.

Quando uma mulher dependente química engravida e utiliza substâncias químicas durante a gestação, por exemplo, o bebê sendo gerado tem grandes chances de se tornar um dependente químico.

Assim, quando a criança nasce e perde o contato com as drogas, que tinha por meio da mãe, ela desenvolve um quadro gravíssimo de abstinência. Para ajudar a mãe e o bebê, é importante tratar a dependência.

Como tratar a dependência química feminina?

Como mencionamos anteriormente, a dependência química é como uma doença crônica: não tem cura, porém tem tratamento. O objetivo é que a pessoa não só deixe de consumir as substâncias, mas seja completamente reabilitada também.

Uma vez que cada quadro de dependência tem suas próprias especificidades, é importante que o tratamento as contemple. Assim, para tratar a mulher dependente é necessário reconhecer se ela tem:

·        dependência química leve;
·        dependência química moderada;
·        dependência química grave.

Dessa forma, para cada um desses graus, profissionais qualificados poderão abordar cada paciente da maneira mais apropriada. Nesse contexto, até o grau de internação recomendado e a aproximação com outras pessoas pode variar.

A Clínica Terapêutica Viva Melhor possui tratamentos para a dependência química, além de tratar também depressão, ansiedade, síndrome do pânico, transtorno bipolar, borderline, transtorno obsessivo compulsivo e vários outros tipos de transtornos psicológicos, psíquicos e físicos.

Os nossos profissionais já participaram de inúmeras reabilitações efetiva nos mais de 10 anos de funcionamento. Trata-se de uma equipe especializada e multidisciplinar que está preparada para atender a todas as mulheres precisando de ajuda.

Se você quer saber mais sobre como lidar com o uso de substâncias químicas ou conhece alguém que passa pelos problemas colocados mais acima, entre em contato conosco.

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